O Retorno da A&F Quarterly

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Uma das revistas mais polêmicas do mundo da moda está de volta. Não se trata de uma revista tradicional – na verdade é o catálogo de moda da Abercrombie& Fitch, chamada A&F Quarterly. Só que diferentemente desses catálogos de moda que se encontra em qualquer loja, a A&F Quarterly tem como colaborador antigo o espetacular fotógrafo Bruce Weber, responsável há muito tempo pela “cara” da marca Abercrombie & Fitch.

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O catálogo se propõe como uma revista de arte, com fotos em preto-e-branco representativas da estética de Weber: modelos deslumbrantes, em situações simples e cotidianas, servindo de símbolo de uma juventude tipicamente americana, porém artificialmente perfeita.

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A A&F Quarterly foi desativada em 2003 depois que o catálogo foi acusado de realizar imagens semi-pornográficas com modelos menores de idade. A marca, que ano passado foi afetada duramente pela crise econômica nos EUA, parece que resolveu apostar suas fichas no retorno do mal-falado, mas sempre belíssimo catálogo.

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As primeiras imagens divulgadas do A&F Quarterly 2010, novamente a cargo de Bruce Weber, parecem ter como temática a ideia de bastidores de um ensaio fotográfico. O próprio Weber já trabalhou nesse estilo metalinguístico muito quando dirigiu o clipe de “I Get Along”, dos Pet Shop Boys. Como as fotos ilustram, as roupas (que roupas?) são um detalhe.

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A capa do catálogo é essa abaixo, e ele custa 1o dólares nas lojas da Abercrombie & Fitch dos EUA.

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Imagens via Homotography

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2 respostas a O Retorno da A&F Quarterly

  1. karine diz:

    Os catálogos da A&F são lindos! Não sei como a crise os afetou, as lojas vivem cheias. Eles colocam uns vendedores lindos na porta (as vezes até sem camisa como esses das fotos, vi em Los Angeles). As roupas são bonitas, mas eu devo estar ficando velha porque não aguento 5 minutos dentro da loja. Além do perfume da loja (que eu não gsoto) a música é alta demais, tão alta que nem dá para pensar direito (se bem que essa pode ser outra estratégia boa de marketing). Ainda bem que vão vender os catálogos outra vez, assim é só pagar 10 doletas para ver os bonitões (e as “roupas”) sem passar pela tortura da música alta na loja.

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