Top 10 – Filmes da minha vida

1- ANTES DO AMANHECER & ANTES DO PÔR-DO-SOL

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A EXPERIÊNCIA & OS FILMES

Difícil separar a experiência de assistir ANTES DO AMANHECER e ANTES DO PÔR-DO-SOL dos filmes em si. Ambos são tão significativos pra mim que na verdade ver Jesse e Celine caminhando por Viena e por Paris é como rever dois grandes amigos que contam as mesmas histórias (especialmente pra mim que tenho vários diálogos decorados), mas cujo prazer de entrar em contato novamente é sempre gigantesco.

Houve um período em que eu via ANTES DO AMANHECER todo mês. Ia na locadora, pegava minha caixinha de VHS e a atendente nas primeiras vezes dizia depois de olhar no computador: “Você já viu esse.” E eu respondia: “Eu sei, vou ver de novo.” Depois de um tempo, quando eu chegava com a minha tradicional caixinha no balcão, ela passou a apenas dar um sorrisinho e me entregava a fita. A minha mãe sempre me perguntava: “De novo esse filme?!” Aí eu é que dava um sorrisinho e apertava o play da modernidade do meu vídeo-cassete de 5 cabeças.

ANTES DO AMANHECER era o filme onde se vivia, se dizia e se sentia tudo que eu queria viver, dizer e sentir quando tinha 17 anos: é um filme sobre viagens, sobre conversas inteligentes, sobre brincadeiras pueris, sobre  influências artísticas e sobre o amor. Eu estava em Viena com Jesse e Celine, obviamente. Eu desembarquei na cidade e entrei na cabine de som da loja de discos, subi a roda gigante, joguei pinball, sentei em um café, ouvi o poema de W.H. Auden lido por Dylan Thomas,e depois retornei à estação de trem. Posso dizer que os dois foram dois de meus grandes amigos da adolescência.

Anos depois, descubro que está sendo feita uma sequência, chamada deliciosamente de ANTES DO PÔR-DO-SOL. A felicidade que senti de poder rever duas das pessoas (pessoas?) com quem aprendi tanto era atrapalhada pelo medo de que elas não continuassem tão especiais – ou seja, de que o segundo filme fosse ruim, de que tudo fosse apenas uma desculpa típica do cinema norte-americano para dar uma conclusão redonda a um final ambíguo que por si só fez aqueles personagens estarem pra sempre na minha memória.

Vasculhei tudo sobre esse segundo filme, caçava informações diariamente. Lembro que fui a primeira pessoa a falar dele e postar fotos no AICN News (fato que em muito aumentou meu orgulho nerd). O filme passou no Festival do Rio, mas na época infelizmente não pude ir. Só fui vê-lo alguns meses depois, quando estreou oficialmente nos cinemas. A minha ansiedade era gigante, pois já tinha lido comentários positivos e outros nem tanto, mas tentava fugir de possíveis spoilers.

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Foi curioso porque ao assistir a ANTES DO PÔR-DO-SOL pela primeira vez não gostei muito. Faltava aquela urgência da juventude do primeiro filme, o romantismo, um certo tom inocente. E obviamente sabia que isso realmente teria que ser diferente já que os personagens estão 9 anos mais velhos. Mesmo assim, na minha cabeça de 24 anos, acho que me decepcionei um pouco com uma certa frieza e decepção com o que aconteceu com a vida daqueles que tanto falavam sobre a importância de se rebelar, de viver a vida livremente, de amar independentemente das amarras.

Com o passar dos anos, fui revendo o segundo filme e vejo como a maturidade mudou minha perspectiva. Obviamente, com qualquer obra de arte, o horizonte de expectativa se expande ou diminui. Digo sem nenhuma condescendência (até porque estaria sendo condescendente comigo mesmo) que a experiência alterou a percepção que tenho de ANTES DO PÔR-DO-SOL. Sou apaixonado pelo primeiro filme, mas hoje gosto mais ainda do segundo. A Viena de Jesse e Celine com seus 2o e poucos anos me disse muito na adolescência, mas a Paris do casal me assusta ao mesmo tempo que me conforta agora que estou de malas prontas para a casa dos 30.

E tenho em grande parte Richard Linklater a agradecer por isso. Linklater é um dos mais engenhosos e criativos diretores do cinema independente norte-americano. Vai do western (THE NEWTON BOYS) à comédia musical (ESCOLA DE ROCK) com a mesma competência, e mesmo que nem todos seus filmes sejam ótimos, há sempre uma visão original e um tanto pessoal na criação dos seus personagens. O filme que fez seu nome em Hollywood (DAZED AND CONFUSED, que eu adoro) nada mais era do que um apanhado de acontecimentos baseados em fatos de sua adolescência.  E até mesmo quando, num golpe baixo pra me fazer fã dele, adaptou Philip K. Dick (O HOMEM DUPLO), foi de um ponto de vista bem pessoal.

No entanto, acredito que em ANTES DO AMANHECER e em ANTES DO PÔR-DO-SOL essa esfera bem íntima esteja ainda mais presente até porque só temos dois personagens nos filmes. E além do mais, a ação do filme se resume a diálogos longos entre eles. Certamente Linklater aqui toma como principais influências os maravilhosos filmes de Eric Rohmer (que vim a conhecer bem depois) e também MY DINNER WITH ANDRE de Louis Malle. Isso faz com que ambas as produções tenham um quê de europeu que vai além de suas locações. Mesmo sendo filmes independentes norte-americanos (o segundo é da finada Warner Independent), suas atmosferas são de filmes franceses dos anos 70 – e é claro que ter uma protagonista francesa ajuda.

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A principal referência aqui de Rohmer e Malle é ter um roteiro totalmente construído por diálogos sobre temas altamente subjetivos enquanto a ação de desenrola. No caso de ANTES DO AMANHECER, temos um jovem norte-americano e uma moça francesa que se encontram em um trem. Depois de uma conversa interessante em que os dois estabelecem uma conexão, o rapaz propõe que a moça passe um dia com ele caminhando por Viena antes que ela vá para Paris. Ela aceita, eles caminham pela cidade até o amanhecer, eles se despedem, e o filme acaba.

Obviamente, o risco aqui é do filme ser chato: em termos de enredo, realmente ‘nada’ acontece. E são só dois personagens – falando o tempo todo. Portanto, é um exercício de silogismo: se você não gostar dos diálogos não vai gostar dos personagens e, por conseguinte, do filme. Eu mesmo conheço várias pessoas que não suportam o filme (muito menos a sequência), e eu acho um pouco de graça. Não que eu tenha um intelecto ou uma sensibilidade especial para entender um suposto enigma que a obra esconde (até porque detesto essa história de ‘entender’ o filme, ‘entender’ o livro), longe de mim. Mas sim porque se não há uma empatia com aquelas figuras, com aquelas conversas, com aquele estilo, não há como gostar do filme.

Sendo construído de uma forma hiperrealista (mas nem tanto), gostar ou não gostar de ANTES DO AMANHECER é como gostar ou não de uma pessoa que você acabou de conhecer: não tem como dizer que gostou só de um aspecto ou de outro – ou você vai com a cara ou não. Não existe ‘os personagens são ruins mas os efeitos são ótimos’, ou  ‘a trilha é excelente mas a fotografia é péssima’. O filme é todo um conjunto. No meu caso, foi mais do que gostar – foi paixão à primeira vista.

Há de se destacar aqui a empatia fenomenal entre Ethan Hawke e Julie Delpy. Desde a estranheza inicial quando Jesse e Celine começam a se conhecer, passando pelas discussões sobre religião, feminismo e amor, até a tristeza da despedida iminente, é impressionante o caminho pelo qual a atuação dos dois protagonistas passa. Hawke faz de Jesse o americano inquieto e cético, mas capaz de um ato um tanto irracional de pedir uma semi-desconhecida para passar o dia com ele. Delpy, por outro lado, faz de Celine a francesa sóbria porém sensível, tentanto transparecer uma maturidade frágil.

Os diálogos escritos por Linklater e Kim Krizan vão do extremamente sensível (a conversa na igreja), passando pelo hilário (a primeira atração sexual de Celine) até o pseudo-intelectual (a necessidade da independência feminina). Mesmo nos momentos em que as conversas chegam a beirar uma psicologia de almanaque, há algo na naturalidade das atuações de Hawke e Delpy que nos faz querer saber de suas opiniões e conflitos, por mais que às vezes não concordemos com eles. Talvez o momento em que o casal está mais desnudado é quando estão calados na cabine da loja de discos, tentando desviar o olhar um do outro – uma das cenas mais bonitas do filme.

Ao final de ANTES DO AMANHECER, para aqueles que se sentiram ao lado de Jesse e Celine em sua caminhada vienense, há um grande vazio reconfortante. A ambiguidade dessa conclusão é o que torna ainda mais significativa a experiência não só dos dois mas a própria experiência de assistir ao filme. Obviamente, isso atualmente não é mais possível já que se sabe que os dois se encontram novamente em ANTES DO PÔR-DO-SOL.

Antes do Pôr-do-sol

Nessa sequência de 2004, Jesse  é um escritor relativamente conhecido que está lançando seu livro em Paris. O enredo do seu romance não poderias ser mais direto: uma noite de amor com uma francesa em Viena. É quando ele se reencontra com Celine e em um fim de tarde eles mais do que retomam sua velha intimidade – eles começam uma nova personalidade juntos.

Além do título, obviamente, existem interessantes analogias entre ambos os filmes. A que mais gosto é que no primeiro filme depois da separação do casal nós vemos todos os locais pelos quais eles passaram – o mundo existe mesmo quando não estamos nele. No segundo filme, as primeiras cenas são mostrando os locais pelo qual o casal ainda caminhará em Paris. Através desse simples porém emblemático recurso visual, acredito que Linklater tenha retratado o principal contraste entre ANTES DO AMANHECER e ANTES DO PÔR-DO-SOL: enquanto o primeiro tem necessidade de um futuro, o segundo tem uma certa obsessão com o passado. O primeiro se constrói sobre a curiosidade de um possível encontro, o segundo sobre o que aconteceu desde aquele momento há nove anos atrás.

E em ANTES DO PÔR-DO-SOL, os personagens não são nem um pouco tímidos em narrar suas vidas desde o mágico encontro em Viena: lutas pelo meio-ambiente, sucesso profissional, casamento, filhos, viagens – e especialmente desilusões amorosas. No caso deste filme, Julie Delpy e Ethan Hawke participaram da confecção do roteiro com Richard Linklater (e os três foram indicados ao Oscar nessa categoria). Assim sendo, é ainda mais pungente uma certa amargura nos diálogos entre os protagonistas, onde a maturidade lhes trouxe  uma certa estabilidade financeira e social, mas uma descrença com os relacionamentos em geral (e muito se comentou sobre o quão autobiográfico foi construído o personagem Jesse e seu infeliz casamento, já que na época Ethan Hawke estava às vésperas de seu divórcio com Uma Thurman).

É interessante que em ANTES DO PÔR-DO-SOL Julie Delpy parece ter mais destaque do Ethan Hawke. Na verdade, as neuroses de Celine acabam aparecendo mais, até porque a atriz tem mais falas e sua atuação é mais chamativa. Mas quanto mais vezes vejo o filme, mais me interessa as nuances que Hawke dá a Jesse de forma sutil, às vezes só mudando o tom de voz. Num filme quase que em tempo real, são os pequenos detalhes que tornam a performance dele tão especial. Isso fica mais do que evidente na sensacional cena do diálogo do carro, onde depois da tristíssima explosão de sentimentos de Celine, Jesse fala sobre seus sonhos recorrentes. São duas grandes atuações, mas com tons bem diferentes.

Outro aspecto comparativo entre os dois filmes que chama a atenção é que se no primeiro filme a discussão sobre relacionamentos fica apenas na questão amorosa, no segundo o sexo também tem papel fundamental. Os personagens obviamente já não estão passando pelo furor do sexo da juventude e podem discutir abertamente sobre ele. Talvez por isso o contraste interessante que, enquanto em ANTES DO AMANHECER Jesse e Celine tenham uma noite de amor (‘nós transamos duas vezes!’, lembra ela), em ANTES DO PÔR-DO-SOL eles sequer se beijam.

Mais do que qualquer cena de beijo e sexo, esse segundo filme tem a maior entrega sentimental de todas: a valsa tocada por Celine. Certamente não é uma valsa à toa – tinha que ser um estilo musical criado em Viena. Mas a simplicidade da composição e a delicadeza da interpretação fazem dessa cena uma das mais românticas dos últimos tempos. Sobre a imagem final, talvez aí esteja um enigma que supera bastante a ambiguidade do primeiro filme. Aqui não temos apenas dois caminhos a seguir, mas uma infinidade de opções que podem levar a nada, mas também de onde pode surgir uma nova oportunidade mágica (inclusive um possível terceiro filme). Maravilhas da maturidade?

Na vida, já passei por momentos bem parecidos com os dos filmes – pessoas extremamente especiais que conheci em viagens mágicas (e falei sobre em blogs antigos), mas que se perderam deixando um ensinamento que carregarei pra sempre. Hoje, poucas semanas antes da minha primeira viagem à Paris (e com todas as locações anotadas pra visitar) e revendo ANTES DO AMANHECER e ANTES DO PÔR-DO-SOL, percebo que não tenho mais uma certa melancolia que geralmente tomava conta de mim quando os assistia. Nem preciso vê-los todo o mês, como fazia antes.  Na verdade, a companhia que Jesse e Celine me fizeram durante tanto tempo em frente à TV me ensinou que hoje posso continuar muito bem apenas com o ensinamento deles. E por isso são os filmes da minha vida.

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28 respostas a Top 10 – Filmes da minha vida

  1. Também adoro estes dois filmes.

    Confesso que estava esperando O Poderoso Chefão, sei lá porque, mas você falou com tanta paixão e com tanta identificação dos dois filmes que fui totalmente convencida.

    Parabéns pelas escolhas de toda a lista.

    Beijos

    • Anderson diz:

      Cecilia: Obrigado Cecília. Mta gente aki e no twitter tbm chutou O PODEROSO CHEFÃO. Adoro esse filme, e a sequência então nem se fala. Mas em termos de fazer parte da minha vida, esses dois do Linklater são imbatíveis. Abs!

  2. Surpreendente!
    Também gosto dos dois filmes, mas implico com a Celine. Tenho impressão de que tudo o que eu não gosto em mim ela tem. No segundo filme então, tudo o que ela fala sobre os EUA, os dissimulações da insegurança…
    Mas sobre a história vc já disse tudo.
    E diz muito sobre você.

  3. karine diz:

    *lagrimas*

    Excelente post!
    Eu adoro esses dois filmes, o segundo um pouco mais do que o primeiro, como vc disse tem a ver com maturidade e experiência.

    Tem também uma cena Jesse e Celine em Waking Life (deitados numa cama conversando mas não lembro detalhes).

    Boa viagem a Paris!:)

  4. Lucas B. diz:

    Quando vi que eram dois filmes, ia escrever bem grande: NÃO VALE, mas depois ver quais filmes eram e de ler seu texto, não tenho mais nada para falar a não ser: PERFEITO.

    De qualquer forma amo os dois filmes também, porém Antes do pôr-do-sol um pouquinho mais.

  5. Grande post sobre dois belos filmes! Como você bem diz, pra gostar deles, é preciso ter empatia pelos protagonistas. Eu os senti muito próximos de mim. Que maravilha é o cinema! Que maravilha é a vida. Boa viagem! (e se puder, vá a Viena também).

    • Anderson diz:

      Dauro: Bem q eu queria passar em Viena, mas dessa vez não vai dar. Vou deixar pra ir no verão😉

      Dois Expressos: q bom q gostou:-)

      Cindy: realmente dê uma 2a chance numa situação menos esquisita. É realmente apaixonante.

  6. A primeira resenha que leio que faz jus aos filmes. Honesta e apaixonada.

    Parabéns!

  7. Confesso que vi antes do pôr-do-sol certa vez e não me cativei… por outro lado, o vi num ônibus, aos trancos e barrancos, cochilando entre uma cena e outra… talvez eu devesse dar uma segunda chance… mas antes vou ver antes do amanhecer…

    Sensacional a “resenha” dos filmes, um dos melhores textos sobre filmes que li nos últimos tempos🙂

  8. Um tanto inesperadas essas escolhas, ainda assim muito merecidas! Os filmes não chegaram a me marcar tanto, mas foi tão agradável vê-los que até hoje não me esqueço.

    Quase choro com o texto, hehe.

    • Anderson diz:

      Vinícius: São filmes mesmo inesquecíveis né? Eu tava meio dramático qdo escrevi os textos… hehe

      Maíra: Pois é, a Celine no segundo tá histérica mesmo, mas tbm com a quantidade de desilusões q ela teve né, coitada… hehe

  9. Maíra diz:

    Eu adoro os dois filmes também, muito legal seu texto, mas eu ainda acho o primeiro sunrise tão lírico e poético e o segundo tão ferrado e me pergunto será que eu vou ficar estérica como a Celine quando eu chegar lá? ahauhauhuha…. mas enfim. Boa viagem para Paris.

  10. Lili diz:

    Que surpresa! Eu estava esperando um Scorcese, talvez ‘Taxi Driver’. Mas foi uma bela escolha, mais que isso, uma bela história! Foi um prazer acompanhar a lista dos filmes da sua vida, Anderson! Se eu fizesse a minha, teríamos vários em comum. Abraço!

  11. Wally diz:

    Olha só, por esta eu não esperava! Fiquei com uma vontade majestosa de pegar os dois filmes para rever. São lindos, mesmo.

  12. Camila diz:

    Fiquei com uma vontade imensa de revê-los. Antes do Amanhecer também cansou de rodar no meu VHS, mas o mesmo não aconteceu com o Antes do Pôr do Sol (especialmente porque daí já estávamos na era do DVD). Mas acredito que, revendo o último, consiga gostar dele tanto quanto do primeiro. Confesso que a “frieza” do segundo me decepcionou. Talvez coisas da juventude.

    • Anderson diz:

      Realmente Camila, o tom do segundo é bem diferente e qdo vi pela primeira vez achei q ficou faltando um certo elemento mágico do primeiro. Mas acho q depende muito do ‘local’ de onde a gente o assiste.

  13. Gabriela diz:

    Entendo perfeitamente como você se sente sobre esses dois filmes. Eles disputam o primeiro lugar da minha lista de favoritos com Asas do Desejo, do Win Wenders. Parando para pensar um pouco, até que eles tem muito em comum.

  14. Laís diz:

    “Deixe-me cantar uma valsa pra vocÊ…
    Sobre essa unica noite
    Você foi pra mim,aquela noite
    Tudo aquilo que sonhei na vida…”

    Que delicadeza de cena ! A cara dela cantanda as ultimas partes da valsinha, é ótima!Cara de que ela esta cantando e pensando : Cacete, esse cara é o amor da minha vida ! E ele sentadinho no sofá, dando umas risadinhas sem graças, com o olhar fixo nela, com cara de quem ta pensando: Isso é o apogeu da vida…

    Muito boa escolha, com certeza!!!

    *ps: Adoro quando ela imita Nina Simone, ela imita direitinho !!

  15. Dois bonitos filmes, com certeza!!!

    Abraço e boas festas!!!

  16. Sam diz:

    Caro Rosebud é o Trenó,

    Antes de mais, excelente post!

    Os Óscares de Marketing Cinematográfico, iniciativa que pretende nomear o melhor que se fez em publicidade de Cinema no ano de 2009, estão de regresso ao Keyzer Soze’s Place.

    Assim, convido o autor deste blog a expressar a sua opinião em http://sozekeyser.blogspot.com/2010/01/oscares-de-marketing-cinematografico-2.html.

    Desde já, apresento o meu profundo agradecimento na sua disponibilidade para participar nesta iniciativa.

    Cumprimentos cinéfilos!

  17. Luís diz:

    Durante uma hora e meia nós presenciamos dois desconhecidos que se encontraram por acaso e assim como eles, nós também acabamos envolvidos, sabendo sobre os sentimentos mais pessoais dos personagens; sentimo-nos quase íntimos em relação a eles, que vão se conhecendo, se descobrindo e vivendo o que podem até que o dia amanheça.

    Acho esse filme realmente interessante. Ainda não tive a oportunidade de assistir inteiro ao segundo filme, mas certamente deve ser igualmente interessante. Não o colocaria como um dos meus dez preferidos, mas certamente valeria uma menção nos filmes dos quais gosto.

    Bem interessante o seu blog. Vi ontem à noite, mas não comentei porque estava morrendo de sono… vou dar uma lida no post de O Silêncio dos Inocentes, também um dos meus filmes preferidos!
    =)

  18. Xico diz:

    OI lindo… aproveita bem suas férias. E, depois, qdo retornar, modifica o endereço do link do meu blog. É que ele mudou. Agora é http://www.simeugostodeculturapop.blogspot.com...
    Bjão… te adoro!

  19. Fernanda Medeiros diz:

    Quando volta o ROsebud?:(
    Preciso desse blog de volta!

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